quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Estrutura da personalidade!


Segundo o ilustre psiquiatra austríaco Sigmundo Freud, somos guiados por três partes distintas de nossa personalidade: 
ID, EGO e SUPEREGO.

O ID é norteado pelo "princípio do prazer";

O EGO é comandado pelo "princípio da realidade", essa parte é aquela que mostramos aos outros. Fortalecido pela razão, o EGO está "preso" entre os desejos do ID (tentando encontrar um jeito adequado de realizá-los) e as regras ditadas pelo SUPEREGO.

O SUPEREGO também chamado de "ideal do ego", tem a função de conter os impulsos do ID. Suas regras sociais e morais não nascem com o indivíduo, mas sim são desenvolvidas a partir da convivência em sociedade.

Considerei muito importante o estudo dessa "estrutura da personalidade", mais do que isso, a maneira como foi trabalhado conosco no PEAD, pois tivemos que trazer esse assunto para a nossa realidade, citando exemplos reais da maneira como essas três "instâncias" se manifestam (ou não) no nosso cotidiano. Percebi o quanto o meu ID (coitadinho) é reprimido, o quanto temos a necessidade de ter sangue-frio e dar prioridade ao SUPEREGO, a fim de evitar conflitos, desavenças e desconfortos sociais e profissionais.

Estou adorando e aprendendo muito com essa disciplina de Psicologia 1.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Infância

O que é a infância?

Será o período do QUASE? Quase caminha, quase fala, quase consegue comer sozinho, quase consegue controlar os esfincteres, quase consegue ler, quase, quase, quase...?

O que é mais importante para uma criança? Ter brinquedos caros e sofisticados? Frequentar uma boa escola? Fazer curso de inglês, francês, italiano, alemão...?

Uma criança pode ficar triste? Por quê? Existe razão para isso? 

Bem, há uma série de dúvidas, mitos, incertezas e questionamentos a que estamos sujeito, tanto como professores da educação infantil, como quanto pais. Mas uma certeza deveremos ter: é uma fase de muitas transformações (tanto físicas, quanto psicológicas e neurológica), de mudanças, de aprendizagens, de experiências riquíssimas e, acima de tudo, época de brincar, de descobrir, de interagir com outras pessoinhas da mesma faixa etária.

É preciso que nos preocupemos mais com o lúdico, com o faz de conta, com a magia, pois é especialmente disso que as crianças precisam. 

Afeto, carinho, um olhar atento e cuidadoso para com esses seres em desenvolvimento. Acreditar na capacidade que possuem.

Penso que não se faz necessário desperdiçar o precioso tempo das nossas crianças em mostrar para os outros como é que utilizam o tempo nas escolas, investindo em trabalhinhos "pré-fabricados", apresentações hollywoodianas, mas sim valorizar os atos simples, mas nem por isso menos ricos, das pequenas conquistas e atitudes que tomam cotidianamente. 

Investir na infância é plantar sementinhas em terreno fértil, basta cuidá-las e protegê-las, que os frutos certamente surgirão.