sexta-feira, 14 de julho de 2017

Conquistas!

Muitos avanços foram conquistados desde a Constituição Federal de 1988 e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação a 9.394/96. Apesar disso, todos sabem que ainda há muito por se fazer ainda, como por exemplo, a valorização dos professores, com salários mais justos, pagos em dia e com todos os direitos "já conquistados" garantidos. 
Além disso, a avaliação continua sendo um aspecto que me inquieta bastante, pois sei que minha responsabilidade é grande, que é necessário observar o aluno de forma ampla, justa e com o intuito de fazê-lo progredir, evoluir, sanar as dificuldades que apresenta e tentar fazer com que seja um indivíduo capaz de buscar soluções para os seus problemas e que saiba tomar decisões. 
Outro aspecto que julgo ser bastante pertinente, é quando a escola onde trabalho, me chama para um diálogo, para saber o que estou fazendo, como estou sentindo e avaliando o meu próprio fazer. Considero bem relevante também ser bem aceito pela comunidade escolar onde trabalho, perceber que o que eu faço, causa alguma modificação positiva na vida dos meus alunos. 
Conhecer as leis que regem o nosso trabalho também é de suma importância, afinal de contas, temos obrigações e deveres, mas também temos direitos.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

O que aprendi ao analisar o blog de uma colega!


Após analisar o blog  da colega Franciele Rui e o meu próprio, cheguei a algumas conclusões, a meu ver, muito pertinentes:

1.    Retratamos aquilo que vivenciamos: nossas dúvidas, nossos anseios, nossas experiências positivas e/ou negativas, nossos medos e inquietações;

2.   Tanto no meu, quanto no blog analisado por mim, as postagens que ficaram em vantagem com relação às demais foram as REFLEXIVAS. Normalmente aconteceram no meio do semestre. Acredito que isso se deva ao fato de que, por estarmos no meio do caminho, temos diversas análises possíveis: comparar, refletir, analisar, duvidar, criticar, determinar, entre outras;


3.   O maior aprendizado que tive foi o de que realmente não existe o certo e o errado, mas sim que cada atividade proposta por nós, professoras, deve ter a adaptação à turma onde se está atuando e de acordo com as crianças e adolescentes que fazem parte do grupo. Em muitas situações ficamos preocupadas, inseguras, ansiosas e até mesmo frustradas, sentimos a necessidade de que alguém chegue até nós e confirme ou reprove nossas ações. Entretanto, ninguém melhor do que nós mesmas, pelas vivências, pelas análises, podemos de fato avaliar se estamos fazendo um trabalho a contento.  Trabalhar com crianças, adolescente e jovens não é tarefa fácil. Exige muito estudo, entrega e dedicação. Através do blog da minha colega e meu também, pude reforçar o quanto é preciso um olhar atento e um envolvimento pessoal e profissional para que essa atividade seja realizada da melhor maneira possível.