segunda-feira, 30 de maio de 2016

Porque MÚSICA nunca é demais!!!


A música faz parte do nosso cotidiano e está em praticamente todos os lugares por onde passamos. A gargalhada de uma criança pode representar uma excelente melodia a uma mãe; o tilintar de moedas pode ser música aos ouvidos de uma pessoa avarenta; o batucar de um lápis sobre um caderno de capa dura, seguindo um ritmo, também representa musicalidade.
Atualmente, em nossa sociedade, ouvimos bastante "barulho", pois há certas sonoridades que de jeito nenhum classifico como MÚSICA (risos).
Tenho uma paixão muito grande por música, sei a letra de muitas das minhas preferidas de cor. Há algumas que fazem parte da minha história, por exemplo, há uma que marcou o meu primeiro beijo, outra que me remete a uma grande decepção, outra que era a canção de ninar de meu filho, com a qual ele se acomodava nos momentos de cólicas.
Canto muito, ouço muitas músicas e,  quando estou "pra baixo", meio mal humorada ouço uma boa música e logo, logo me sinto bem melhor.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Somos seres musicais...

 
 
Não há dúvida de que a musicalidade está sempre permeando a nossa vida. Cantamos
melodias que estão nas paradas de sucesso, batucamos com diversos objetos,
assobiamos, gargalhamos,
enfim - somos seres musicais.
Sons ritmados, entrecortados,
desafinados... Não há dúvida de que a musicalidade se faz presente
 marcando nossa vida,
nosso humor, nossas preferências e nossa história.
 
 
Na interdisciplinar de "Música na escola" pode(re)mos aprofundar nossos
estudos e nosso conhecimento e, além disso,
incorporar algumas atividades, utilizando-nos da sonoridade do mundo para transmitir
e/ou adquirir conhecimentos.
 
 
E, só para refletir um pouco, pense nesse questionamento:
 
"DE QUE MODO A MÚSICA FAZ PARTE DA SUA VIDA?"


segunda-feira, 9 de maio de 2016

A Literatura da Diferença.

 
 
          A partir da proposta da professora Ivany de Souza Ávila, na interdisciplinar de Literatura Infanto-Juvenil e aprendizagem, passei a observar, ainda mais de perto, a questão da abordagem da diferença retratada nas obras infanto-juvenis. Confesso que acabei ficando surpresa quanto à quantidade, diversidade e qualidade de tais livros e seus respectivos apontamentos.
          A discriminação está presente na maioria deles, porém há alguns que se limitam em demonstrar e apresentar maneiras delicadas, sutis e repletas de sentimento de acolhimento com as pessoas/crianças/adolescentes portadores de características especiais.
          Que bom constatar que a preocupação em respeitar, acolher, aceitar e conviver harmoniosamente. Isso - literalmente - no meu ponto de vista, pode transformar o mundo.