terça-feira, 27 de junho de 2017

GESTÃO DEMOCRÁTICA: Instâncias colegiadas.

No decorrer dos estudos proporcionados pela interdisciplina ORGANIZAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL, muitos foram as aprendizagens e reflexões. Citarei agora uma delas, que trata da democratização da escola, que são as INSTÂNCIAS COLEGIADAS.

Essas Instâncias Colegiadas são espaços de participação que têm a comunidade escolar. Por meio dos colegiados, a direção da escola contará com o apoio de outras pessoas envolvidas no processo educacional a fim de implementar projetos que visem a melhoria na instituição e no ensino. São elas:


  1. CONSELHO ESCOLAR;
  2. CONSELHO DE CLASSE
  3. ASSOCIAÇÃO DE PAIS, MESTRES E FUNCIONÁRIOS;
  4. GRÊMIO ESTUDANTIL.
As instâncias colegiadas são os espaços de representação dos segmentos da escola: discentes, docentes, pais e comunidade.

Segundo Abranches (2003): 

"Os órgãos colegiados têm possibilitado a implementação de novas formas de gestão por meio de um modelo de administração coletiva, em que todos participam dos processos decisórios e do acompanhamento, execução e avaliação das ações das unidades escolares, envolvendo as questões administrativas, financeiras e pedagógicas".

ABRANCHES, Mônica. Colegiado Escolar. Espaço de participação da comunidade. São Paulo: Cortez, 2003 

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Fatores intra e extra-escolares



A partir da proposta da interdisciplina Organização e gestão da educação, da afirmação de Dourado, e após assistir ao vídeo sugerido, elaborei um pequeno texto sobre o que entendi sobre os fatores intra e extraescolares.


Diante da leitura do texto e do vídeo assistido, pude concluir que, para a efetivação da qualidade da educação, é preciso investir – significativamente – em:
·         Infraestrutura;
·         Remuneração e valorização dos profissionais da educação;
·         Formação continuada dos professores;
·         Livros didáticos de qualidade,
·         Laboratórios de informática em plenas condições de uso,
·         Bibliotecas bem equipadas, com um vasto acervo;
·         Políticas de permanência (como bolsa de estudo);
·         Profissionais de apoio aos alunos de inclusão;
·         Um bom currículo.
Quanto ao que se refere aos fatores intra-escolares, além dos acima mencionados, há também que se levar em conta a oferta do acesso universalizado e da permanência dos alunos nas devidas instituições, a democratização, incorporar a igualdade e tratar da inclusão de um modo mais intensificado e efetivo.
Já com relação aos fatores extra-escolares, o que foi enfatizado pelos professores que participaram do debate foi a questão de um  Brasil, de uma sociedade mais justa e igualitária. Também deve ser incentivada a ampla participação e envolvimento da sociedade, para que ela possa apontar o que é importante priorizar na escola. Questionar a instituição educativa, apontar erros e acertos, sugerir caminhos, fiscalizar o trabalho docente.
Segundo Edward Madureira Brasil, Reitor da UFG, o que se pretende e deve ser buscado atualmente é a formação de profissionais capazes de lidar com problemas e que saiba buscar soluções. Que seja capaz de adaptar-se ao ambiente externo (o qual é altamente mutável). E é exatamente isso que deve ser cultivado e estimulado em toda a educação básica.
Luiz Fernandes Dourado, professor na Universidade Federal de Goiás, vivemos em um país repleto de assimetrias, das mais variadas formas (social, cultural,...) e que investir na educação pode ser uma maneira de minorar ou abrandar tais desigualdades. Afirma também que a emenda constitucional 59, que determinou a obrigatoriedade de ensino dos quatro aos dezessete anos foi extremamente positiva. Informou ainda que o Ensino Fundamental é o que apresenta maior cobertura, ficando estimado em 97%. Esse é um dado bastante positivo, entretanto, no Ensino Médio essa cobertura cai para 50% e, no Ensino Superior, apenas 15% dos jovens entre dezoito e vinte quatro anos têm condições de frequentar tal modalidade.

Isso tudo revela o quanto é importante investir em políticas públicas a fim de garantir e qualificar a Educação Básica e o Ensino Superior. 

terça-feira, 20 de junho de 2017

Democratização da escola

A partir dos estudos realizados na Interdisciplina "ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DA EDUCAÇÃO", percebi o quanto já se conquistou com o passar dos anos no que se refere à democracia. Entretanto, muitas dessas conquistas ainda não se efetivaram integralmente em nossas instituições de ensino. 
Na maioria das escolas, há CPM, há CE, porém com muitas restrições. Há participação de membros da comunidade escolar, mas por medo, vergonha, falta de costume, não são investigadas muitas ações que ocorrem no interior desses espaços de aprendizagem. Ainda é bastante tímida a participação e a tomada de decisão pelos membros integrantes. Em alguns casos, a partiocipação é sobre: a data e os comes e bebes que serão oferecidos na festa junina, qual será o presente oferecido às professoras na data em que serão homenageadas,... Como afirmei, são bem simples e limitadas, mas não deixam de ser - de certa forma - um início, um ensaio, uma prévia de como deve (ou deveria) ser uma verdadeira e eficaz participação. 

Ainda temos um longo caminho a seguir rumo a uma democratização propriamente dita. Estamos engatinhando. Apenas.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

PSICOLOGIA DA VIDA ADULTA

                 




  Na aula do dia 01 de junho de 2017, nosso grupo -  composto por Franciele Barille, Tamara Scottá e eu - realizamos a apresentação da nossa pesquisa, que tratou da diferença que ocorre com relação à percepção da passagem do tempo para um adulto e para uma criança. Dentre outros aspectos, salientamos que, para uma criança, há poucos eventos pelos quais elas anseiam (aniversário, Páscoa, Natal, Dia da Criança), portanto, a expectativa com relação a eles, gera uma ansiedade muito intensa, o que aparenta que o tempo passa muito vagarosamente.

Já com relação ao adulto, há inúmeros compromissos, preocupações, afazeres, obrigações,... o que acaba por parecer que o tempo voa. Segundo a visão do grupo, vivemos em função do relógio, o que gera a impressão de que, mal o ano começa, já é dezembro novamente. 

Adoramos realizar esse trabalho, pois além de aprofundarmos e conhecermos mais sobre esse assunto, pudemos parar para pensar e refletir sobre o turbilhão que é a nossa vida, as escolhas que fazemos e as prioridades que elegemos.