A partir da proposta da interdisciplina Organização e gestão da educação, da afirmação de Dourado, e após assistir ao vídeo sugerido, elaborei um
pequeno texto sobre o que entendi sobre os fatores intra e
extraescolares.
Diante da leitura do texto e do vídeo assistido,
pude concluir que, para a efetivação da qualidade da educação, é preciso
investir – significativamente – em:
·
Infraestrutura;
·
Remuneração e valorização dos profissionais da
educação;
·
Formação continuada dos professores;
·
Livros didáticos de qualidade,
·
Laboratórios de informática em plenas condições de
uso,
·
Bibliotecas bem equipadas, com um vasto acervo;
·
Políticas de permanência (como bolsa de estudo);
·
Profissionais de apoio aos alunos de inclusão;
·
Um bom currículo.
Quanto ao que se refere aos fatores intra-escolares,
além dos acima mencionados, há também que se levar em conta a oferta do acesso
universalizado e da permanência dos alunos nas devidas instituições, a
democratização, incorporar a igualdade e tratar da inclusão de um modo mais
intensificado e efetivo.
Já com relação aos fatores extra-escolares, o que
foi enfatizado pelos professores que participaram do debate foi a questão de
um Brasil, de uma sociedade mais justa e
igualitária. Também deve ser incentivada a ampla participação e envolvimento da
sociedade, para que ela possa apontar o que é importante priorizar na escola.
Questionar a instituição educativa, apontar erros e acertos, sugerir caminhos,
fiscalizar o trabalho docente.
Segundo Edward Madureira Brasil, Reitor da UFG, o
que se pretende e deve ser buscado atualmente é a formação de profissionais
capazes de lidar com problemas e que saiba buscar soluções. Que seja capaz de
adaptar-se ao ambiente externo (o qual é altamente mutável). E é exatamente
isso que deve ser cultivado e estimulado em toda a educação básica.
Luiz Fernandes Dourado, professor na Universidade
Federal de Goiás, vivemos em um país repleto de assimetrias, das mais variadas
formas (social, cultural,...) e que investir na educação pode ser uma maneira
de minorar ou abrandar tais desigualdades. Afirma também que a emenda constitucional
59, que determinou a obrigatoriedade de ensino dos quatro aos dezessete anos
foi extremamente positiva. Informou ainda que o Ensino Fundamental é o que
apresenta maior cobertura, ficando estimado em 97%. Esse é um dado bastante
positivo, entretanto, no Ensino Médio essa cobertura cai para 50% e, no Ensino
Superior, apenas 15% dos jovens entre dezoito e vinte quatro anos têm condições
de frequentar tal modalidade.
Isso tudo revela o quanto é importante investir em
políticas públicas a fim de garantir e qualificar a Educação Básica e o Ensino
Superior.