quarta-feira, 21 de junho de 2017

Fatores intra e extra-escolares



A partir da proposta da interdisciplina Organização e gestão da educação, da afirmação de Dourado, e após assistir ao vídeo sugerido, elaborei um pequeno texto sobre o que entendi sobre os fatores intra e extraescolares.


Diante da leitura do texto e do vídeo assistido, pude concluir que, para a efetivação da qualidade da educação, é preciso investir – significativamente – em:
·         Infraestrutura;
·         Remuneração e valorização dos profissionais da educação;
·         Formação continuada dos professores;
·         Livros didáticos de qualidade,
·         Laboratórios de informática em plenas condições de uso,
·         Bibliotecas bem equipadas, com um vasto acervo;
·         Políticas de permanência (como bolsa de estudo);
·         Profissionais de apoio aos alunos de inclusão;
·         Um bom currículo.
Quanto ao que se refere aos fatores intra-escolares, além dos acima mencionados, há também que se levar em conta a oferta do acesso universalizado e da permanência dos alunos nas devidas instituições, a democratização, incorporar a igualdade e tratar da inclusão de um modo mais intensificado e efetivo.
Já com relação aos fatores extra-escolares, o que foi enfatizado pelos professores que participaram do debate foi a questão de um  Brasil, de uma sociedade mais justa e igualitária. Também deve ser incentivada a ampla participação e envolvimento da sociedade, para que ela possa apontar o que é importante priorizar na escola. Questionar a instituição educativa, apontar erros e acertos, sugerir caminhos, fiscalizar o trabalho docente.
Segundo Edward Madureira Brasil, Reitor da UFG, o que se pretende e deve ser buscado atualmente é a formação de profissionais capazes de lidar com problemas e que saiba buscar soluções. Que seja capaz de adaptar-se ao ambiente externo (o qual é altamente mutável). E é exatamente isso que deve ser cultivado e estimulado em toda a educação básica.
Luiz Fernandes Dourado, professor na Universidade Federal de Goiás, vivemos em um país repleto de assimetrias, das mais variadas formas (social, cultural,...) e que investir na educação pode ser uma maneira de minorar ou abrandar tais desigualdades. Afirma também que a emenda constitucional 59, que determinou a obrigatoriedade de ensino dos quatro aos dezessete anos foi extremamente positiva. Informou ainda que o Ensino Fundamental é o que apresenta maior cobertura, ficando estimado em 97%. Esse é um dado bastante positivo, entretanto, no Ensino Médio essa cobertura cai para 50% e, no Ensino Superior, apenas 15% dos jovens entre dezoito e vinte quatro anos têm condições de frequentar tal modalidade.

Isso tudo revela o quanto é importante investir em políticas públicas a fim de garantir e qualificar a Educação Básica e o Ensino Superior. 

Um comentário:

  1. Olá Sheila!
    Trouxe ótimas ideias de como lidar com as adversidades. Mas na sua realidade como funciona isso? E quando chegam as provas externas, consideram os fatores em que a escola está inserida?

    Seguimos conversando!
    Tutor@ Isolete

    ResponderExcluir