Após analisar o blog da colega Franciele Rui e o meu próprio, cheguei a
algumas conclusões, a meu ver, muito pertinentes:
1. Retratamos
aquilo que vivenciamos: nossas dúvidas, nossos anseios, nossas experiências
positivas e/ou negativas, nossos medos e inquietações;
2. Tanto no
meu, quanto no blog analisado por mim, as postagens que ficaram em vantagem com
relação às demais foram as REFLEXIVAS. Normalmente aconteceram no meio do
semestre. Acredito que isso se deva ao fato de que, por estarmos no meio do
caminho, temos diversas análises possíveis: comparar, refletir, analisar,
duvidar, criticar, determinar, entre outras;
3. O maior
aprendizado que tive foi o de que realmente não existe o certo e o errado, mas
sim que cada atividade proposta por nós, professoras, deve ter a adaptação à
turma onde se está atuando e de acordo com as crianças e adolescentes que fazem
parte do grupo. Em muitas situações ficamos preocupadas, inseguras, ansiosas e
até mesmo frustradas, sentimos a necessidade de que alguém chegue até nós e
confirme ou reprove nossas ações. Entretanto, ninguém melhor do que nós mesmas,
pelas vivências, pelas análises, podemos de fato avaliar se estamos fazendo um
trabalho a contento. Trabalhar com
crianças, adolescente e jovens não é tarefa fácil. Exige muito estudo, entrega
e dedicação. Através do blog da minha colega e meu também, pude reforçar o
quanto é preciso um olhar atento e um envolvimento pessoal e profissional para
que essa atividade seja realizada da melhor maneira possível.

Olá Sheila.
ResponderExcluirRefletirmos sobre os processos de aprendizagens e as transformações que vão acontecendo nos fazem perceber o quanto precisamos estar sempre estudando e problematizando os nossos fazeres.
Abraços
Márcio Malavolta