domingo, 17 de maio de 2015

EAD

Até algum tempo atrás, os cursos de Educação a Distância não eram muito bem vistos pela sociedade, em especial, pelos empregadores de aspirantes a algum cargo em instituições e empresas. Parecia que os diplomas e certificados oriundos dessa modalidade de ensino haviam sido "conquistados" de maneira fácil, descompromissada, sem esforço ou estudo algum.
Não é de se estranhar que esse conceito tenha mudado bastante. 
Quem "frequenta" uma graduação, pós-graduação ou um curso de extensão a distância sabe o quão exigido é do aluno. Sem contar, é claro, com o comprometimento, estudo, organização, envolvimento e disponibilidade de tempo necessários para que o aprendizado se efetive.
Não há alguém o tempo todo pronto a auxiliar o docente em suas atividades. Não há colegas fisicamente acompanhando para a troca de informações. Não há professores explicando a matéria diante dos alunos, com esclarecimento de dúvidas a todo e qualquer instante. Essas são algumas das principais diferenças entre um curso totalmente presencial e o EAD.
CABE RESSALTAR, no entanto, que isso não representa um problema, não para quem está disposto e determinado a aprender, estudar e dedicar-se a uma nova experiência e a um desafio encantador. Internet, plataformas virtuais, fóruns, blog,... passam a fazer parte, não só do vocabulário, mas do cotidiano de um "eadiano". 
Comprei esse desafio. Comprei não, aderi, mergulhei, me envolvi plenamente nessa nova trajetória. Desafiadora, sim. Repleta de novidades tecnológicas, colegas (normalmente virtuais), tutores,...
Tudo está valendo a pena.

Um comentário:

  1. Acho muito curioso isso tudo que descreves, e esse aumento de visão do que é o EAD fui percebendo ele exatamente como tu disse. Interessante pensar também nas semelhanças e diferenças na postura exigida ao aluno que o EAD e o presencial pedem. Identificar as vantagens do EAD é um trumfo para nós professores.

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