Graças às pesquisas e contribuições de Freud, a sexualidade passou a ser vista de uma maneira diferente, ou seja, não só denotando relação sexual com fins de procriação, mas também aquelas atividades que, principalmente às crianças, causam prazer: mamar, brincar, ouvir, acariciar, jogar, quebrar,...
Muitos tabus ainda pairam sobre o assunto. Não raro, ouve-se o depoimento de pais que afirmam não tratar de assuntos íntimos com os filhos, a justificativa vai desde vergonha, medo, até o fato de recordar que, com os respectivos familiares, tal questão não era vista com bos olhos. O resultado é uma lacuna e uma ausência significativa para ambos, uma vez que o corpo é a casa que habitamos e, não raro, é desconhecida pelos seus próprios "moradores".
Atualmente ainda há aqueles que evitem falar sobre o corpo (partes íntimas) e também os que rechaçam a ideia de "sexualidade infantil", mais por preconceito do que por qualquer outra questão. O que se tem certeza é que, com o pai da psicanálise, olhares foram lançados para outra direção, trazendo além de mais conhecimentos, uma elucidação muito grande em se tratando de psicologia, sexualidade e infância.

Nenhum comentário:
Postar um comentário