O vídeo relata a história de Sandrine, que apresenta a sua história com a língua dos sinais. Ela aponta que as pessoas acabam por identificá-la pela sua deficiência auditiva. Foi criada numa família de ouvintes, e as primeiras lembranças eram visuais - as quais lhe causavam fortes emoções.
Assim ela foi acostumando com as expressões faciais e entender quando mãe estava chateada, ou quando estava fazendo uma brincadeira, e foi se socializando.
Os seus pais só foram ter dimensão da sua surdez, depois que a colocaram numa escola que tinha como objetivo a reeducação da fala, foi a partir disso que ela aprendeu a linguagem de sinais, e fez seus primeiros amigos.
Sandrine sofreu bastante em sua infância, pois no começo eles acreditam que ela tinha um problema para falar e não que ela era surda, ela acabou vivendo parte da infância em hospitais, sem uma qualidade nas brincadeiras e nos estudos.
Este documentário é importante para driblamos preconceitos e compreender que é necessário respeito às diferenças, e que o surdo se comunica e se relaciona, sem necessariamente usar a linguagem oral.
Considerei o teor do vídeo um tanto "forte", pois coloquei-me no lugar de Sandrine e fiquei imaginando a confusão em sua cabeça, o sofrimento pelo qual passou e, além disso, como foi libertador para ela conhecer outras pessoas que utilizavam-se da língua de sinais para efetuar a comunicação.

É Sheila, e quantas "Sandrines" permeiam nossas escolas?
ResponderExcluirVocê fez um bom relato do vídeo.
Temos visto cada ser como único?
Ou buscamos a homogeneidade?
Tutor@ Isolete
Verdade. É interessante, e até triste, dar-se conta de como tantas situações passam despercebidas por nós, na correria do dia a dia. às vezes paro e penso: como podemos querer que os alunos aprendam ou assimilem tudo o que temos a lhes ensinar, se não levarmos em conta as suas vivências, dificuldades, objetivos de vida, situação familiar,...
ResponderExcluirA questão do aprendizado, do trabalhar com a educação, com alunos, em sala de aula é realmente muito mais amplo e complexo do que muitos imaginam.