Após a leitura do texto sugerido: "Um olhar para as altas habilidades: construindo caminhos" (fonte é: SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Um olhar para as altas habilidades: construindo caminhos/Secretaria da Educação, CENP/CAPE; organização, Christina Menna Barreto Cupertino. – São Paulo: FDE, 2008.) constatei o mesmo que algumas colegas: eu estava equivocada com relação ao conceito de SAH. Acreditava que eram pessoas cuja potencialidade eram visíveis em todos os aspectos.
A partir da análise do texto, percebi que "estabelecer que uma pessoa tem altas habilidades depende de compará-la com os que a cercam, na sua comunidade, já que, como vimos, só em casos muito raros uma pessoa tem um desempenho que se destaque em todas as áreas, ou para o mundo inteiro. A identificação de altas habilidades não se apoia em dados absolutos; não existem regras fixas, nem a certeza de acertar. Mesmo as medidas mais precisas somente apontam prognósticos, porque a vida humana é muito complexa e envolve muitas variáveis, entre as quais pode existir uma alta habilidade. Muitos fatores vão influenciar o sucesso ou insucesso, o desenvolvimento dos potenciais de pessoas identificadas como talentosas."
Então descobri que já tive muitos alunos cujas altas habilidades acabaram passadas despercebidas. No decorrer da leitura, fui me questionando sobre: O que deveria ser feito com tais educandos? Que caminho seguir e o que oferecer? Então a resposta foi surgindo, não com receitas mágicas, mas sim com singelas ações que poderiam beneficiar a uma classe inteira, como por exemplo: Feiras de Conhecimento, de Artes e Cultura, atividades esportivas, concursos e olimpíadas, que são um terreno fértil para o aprimoramento de habilidades.
Se, por um lado, isso implica ter que oferecer condições diferenciadas para cada um, por outro traz o benefício de que, num grupo, as capacidades podem complementar-se.

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