quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Fotografia e memória.



Li e estudei um material disponibilizado pela interdisciplina Representação do Mundo pelos Estudos Sociais intitulado: "A fotografia como objeto e recurso de memória" de autoria de Adair Felizardo e Etienne Samain. Fiquei impressionada com as constatações que obtive. 

Como amante da fotografia, mantenho os álbuns da nossa família sempre muito bem atualizados. Ao conversar com pessoas de meu círculo de amigos, percebo que sou uma das poucas que ainda "revelam" constantemente as fotos, em vez de deixá-las armazenadas em CDs, DVDs, HD e demais assemelhados. 

O que foi interessante, foi o fato de nunca ter aprofundado tanto o meu pensar sobre esse objeto de memória. Adorei alguns dizeres que seguem, como forma de aprofundar e ilustrar tal afirmação:


  • O espaço e o tempo estão cravados na fotografia. Conforme KOSSOY (1999), tal ação ocorre num preciso lugar, numa determinada época. Toda foto tem sua gênese num específico espaço e tempo, suas coordenadas de situação.
  • De imediato, a fotografia pode ativar a memória, falar sobre o passado, permitir revivê-lo no presente. Ela carrega consigo a magia de (re)criação. Suscita e ressuscita sentimentos. É o testemunho de algo que aconteceu.
  • Fotografamos para ver depois, para sentir o que sentimos no instante da captura, sentir o momento passado NO PRESENTE.
Aprendi muito com esse texto e as reflexões proporcionadas. Posso garantir que se eu já era adepta a fotografias, a partir de agora o serei ainda mais. 

FOTOGRAFIA É MEMÓRIA

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