“O jogo de cartas: Escova”.
Com alunos
do 9.º ano do Ensino Fundamental, na faixa etária entre 14 a 16 anos, foi
aplicada a proposta. Inicialmente perguntei a eles quem sabia jogar. Cinco
alunos levantaram a mãe e contaram sobre a maneira como haviam aprendido o jogo
e como foi a experiência. Um deles, Denner (15) teve contato com o jogo na casa
da bisavó; Thainara (14) aprendeu numa competição de xadrez e demais jogos de
mesa com a professora Raquel; Helen (14) aprendeu vendo o pai e o avô jogando
em sua casa; Marco (16) teve sua iniciação com o avô, que costumava jogar
cartas com os amigo, em frente à casa onde morava, Camila (14) aprendeu com o
irmão mais velho, o qual afirmava – categoricamente – que era importante que a
garota aprendesse para acelerar o raciocínio.
Foi
entregue então o baralho de cartas a quatro deles. Deixei que jogassem,
enquanto os colegas assistiam e questionavam acerca de algumas jogadas, valor
das cartas, entre outras dúvidas que surgiram.
Questionei
também qual era o mínimo de cartas necessárias para se fazer uma escova: duas
cartas - foi a resposta. E com relação ao número máximo de cartas? Pensaram,
pegaram a baralho, espalharam algumas cartas, conversaram e chegaram à
conclusão de que cinco cartas era a resposta.
Ressaltaram
também que há muito a ser analisado e pensado na hora de jogar, pois para ser
um vencedor alguns fatores são importante:
1.
Número de cartas;
2.
Números de cartas do naipe “ouro”;
3.
O sete belo (7 de ouro);
4.
O número de escovas feitas (somatório até 15 em
que todas as cartas da mesa são recolhidas);
5.
Primeira (maior número de cartas de número 7 de
cada naipe).

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